Nota interna · alinhamento entre sócios · 10 jun 2026

L

Luiza Castellan

Head de Customer Success leitura de perfil e alinhamento

"A Lu é uma profissional comprometida, inteligente e que veste a camisa. Ela orquestra muito bem o que está definido, mas não compõe do zero. A partir de agora eu assumo a responsabilidade de procedimentar as coisas pra ela executar, e queria isso alinhado com calma entre nós.

Quem é a Lu

Comprometida Inteligente Veste a camisa Executora forte

Faz muito bem a parte de execução e orquestração: pega o time e faz funcionar. Os gargalos que ela tem são de perfil, não de esforço nem de dedicação, e isso é importante registrar antes de qualquer coisa.

O que ela faz muito bem

  • Executar e operacionalizar
  • Orquestrar o time
  • Fazer rodar o que está definido

O que ainda não é o forte

  • Criar e compor do zero
  • Lidar com o que sai do playbook
  • A parte imaginativa e criativa

O temperamento dela (e por que às vezes confunde)

Lu
Fleumática · contida, sente por dentro
Rick
Colérico · mais intenso e direto

Esse jeito mais contido às vezes gera ruído com perfis mais intensos. Ela sente bastante as coisas por dentro: já me disse, mais de uma vez, que acorda preocupada e tem dificuldade pra dormir. Só que ela não verbaliza isso, a preocupação e a ansiedade dela aparecem de outro jeito.

Por causa disso, às vezes parece que ela está sendo negligente ou que não pensou no problema, quando na verdade ela está bem atenta, só que processando por dentro e somatizando.

A metáfora da partitura

A Lu rege a orquestra muito bem, mas ela não consegue compor a música. Ela precisa da partitura pronta. Com a base na mão, conduz o time com competência.

Pelo menos hoje, eu avalio que ela não tem o perfil pra criar do zero (a parte mais criativa, imaginativa e interpretativa). E tudo bem: isso é questão de perfil, não é falha dela.

O risco que eu não quero correr

Se a Lu sair, o setor cai no meu colo

Ela hoje cuida de um setor grande, importante e caótico. Me preocuparia muito se ela, em algum momento, decidisse não seguir com a gente por se sentir excessivamente pressionada (de modo que faça sentido ou não). Essa transição quase certamente teria que ser assumida por mim. Por isso o cuidado aqui não é só consideração com ela, é também uma forma de proteger a operação.

O acordo (a parte mais importante)

Se eu já sei que a Lu não executa bem o que está fora do playbook, e a gente cria coisas novas sem procedimentar junto com ela pra ela só executar, então o combinado passa a ser:

Procedimentar é responsabilidade minha a partir de agora

Se algo der errado por falta de procedimento, a responsabilidade é minha, porque eu não procedimentei a tempo.

A única exceção: se ela não executar algo que já estava combinado e procedimentado, aí é outro assunto, e a responsabilidade passa a ser dela.

Como eu sugiro a gente lidar com ela daqui pra frente

Médio prazo